
Quantas coisas para ver
Tão poucas para crer,
Espera-se ter fé,
Até o latente
Momento de morrer,
Nos resta apenas ter fé,
Até esse pequeno momento,
Quiçá, fim de um erro,
Mas que gera tantos lamentos.
Por incrível que pareça
Não importa o que pereça
Com tanto que se esqueça,
E o pouco da vida que resta,
Não adormeça,
Nos malditos braços do tempo.
Apenas um momento,
Na trajetória do tempo,
Pequenos e grandes lamentos,
Que se fazem
Nosso tormento
E razão de viver,
O que mais nos dá gosto,
Antes de perecer
Melhor esquecer,
Por que se você pensar,
A morte não existe,
Apenas uma idéia triste,
De seres que estam vivos,
E por isso fazem idéia,
Do não ser,
Mas isso só é possível,
Enquanto somos,
Porque depois disso,
Não seremos mais,
E aí,
Tudo continuará vivo e
Esplendoroso,
Mas sem nenhuma significância,
Para o pobre
Do Morto.
A Existência do Morto, Gabriela Batista Coutinho 07/09/08
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